Essa frase já é velha conhecida: prevenir ou remediar?

 

Ela é tão repetida por vezes, que a afeta até a cultura do brasileiro. Conhecido tipicamente por deixar tudo para “cima da hora” e ser um inato remediador de situações que poderia ter previsto, a culpa disso talvez seja inversão do que é investimento em custo. Acreditamos até mais, que o desconhecimento gere esse temor!

 

Vincula-se a imagem dos honorários de profissionais, tais como um advogado ou um consultor, a inevitabilidade de algumas situações. Em contrapartida, se puder “empurrar com a barriga”, opa: melhor!

 

Isso talvez porque o que é inevitável ou absolutamente necessário seja melhor aceito no momento de pôr a mão no bolso.

 

Pagar os honorários de um advogado para evitar a multa de 1 milhão recebida com prazo para defesa na notificação da Receita Federal parece mais compreensível que pagar os honorários para analisar a empresa sobre suas vulnerabilidades, situação futura e (in)certa.

 

Pasmem é que os valores de um prestador de serviço no mercado geralmente levam em conta ao menos três pontos:

  1. a) importância;
  2. b) dificuldade;
  3. c) urgência.

 

Pense que são requisitos. Quantos mais o seu problema preencher, mais caro provavelmente será para resolvê-lo.

 

Uma situação importante, difícil e urgente certamente será mais custosa do que um contexto que é importante, mas tem fácil resolução e não é urgente, justamente pela antecipação do problema.

 

Perceba que nossa intenção é criar uma cultura da prevenção. E, puxando para o nosso lado, a advocacia preventiva é o futuro das relações. Sabemos que do mercado empresarial, apenas pequena fatia se preocupa em prevenir conflitos jurídicos. Mas já há estudos comprovados que o sistema de antecipação é menos oneroso. Pode até demandar maior investimento no primeiro momento, porque há uma (re)estruturação a ser feita, mas contabilizado ao final por certo representará significativa economia. Essa é nossa missão!

 

Antes de esperar que algo aconteça, previna-se! Saiba mais.